23 Oct · bruce · No Comments

Brasileira Globalis expande negócio através de Portugal

A Globalis, agência de viagens especializada na área de ‘corporate’ com sede em São Paulo, entrou em Portugal este ano, mas já definiu uma estratégia de expansão através da filial portuguesa para Angola e Moçambique. Em entrevista ao Diário Económico, a sócia e presidente executiva da Globalis Viagens, Fátima Silva, revelou que depois de “consolidado o negócio no Brasil onde tem várias relações empresariais e comerciais com clientes locais que fazia sentido desenvolver em Portugal, sendo também uma porta de entrada para África”.

Fátima Silva salientou que, neste momento, a agência de viagens para o segmento corporativo conta com “cerca de 200 clientes nacionais que resultam do prolongamento das relações comerciais conquistadas no Brasil”, mas no total a Globalis detém uma carteira de três mil clientes.

Em paralelo com a entrada em Portugal, Fátima Silva – que detém 49% da filial portuguesa- já liderou a extensão do negócio para Angola, onde para já a Globalis actua através de um parceiro local que permite – tendo em conta os constrangimentos que afectam este mercado como a realização de transferências – “actuar como se a empresa tivesse uma presença física”. Mas a aposta naquele país africano onde já detém cerca de 50 clientes não se vai ficar por aqui. A presidente executiva da Globalis garante que já está definida “a abertura física no próximo triénio em Angola com uma estrutura própria”. Quando concretizar esta meta, a mesma fonte antecipa que o actual volume de vendas de 1,5 milhões de euros conseguida ainda só através desta representação local irá crescer para 15 milhões de euros.

A expansão da Globalis passa ainda por “em 2016 iniciar uma parceria semelhante em Moçambique para depois avançar também com uma estrutura física”.

Isto porque, de acordo com Fátima Silva, a prioridade é aproveitar as “sinergias com os clientes ‘corporate’ do Brasil e os que existem em Portugal e fazer o triângulo com África aproveitando o facto de haver sectores de negócio comuns aos três países como a construção e energia, sobretudo com empresas que actuam em torno do negócio do petróleo”.

A mesma fonte explicou que com apenas sete meses de vida a empresa em Portugal ainda está numa óptica de ‘soft opening’. No entanto, prevê chegar ao final do primeiro ano de actividade com vendas de três milhões de euros, valor que irá crescer para cerca de 45 milhões ao fim de três anos de presença. Para o conseguir a estratégia é conquistar “uma franja de clientes que estão dispersos e que não utiliza agências de viagens” e apresentar uma solução chave na mão, em que propõe “poupar cerca de 20% nas contas viagens dos clientes, já que a estrutura de custos fixos é baixa e é muito flexível”. Hoje a Globalis dá emprego a dez pessoas, mas a expectativa é criar um total de 40 postos de trabalho ao longo dos próximos três anos.

 

Fonte: Economico

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